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Ação contra União por omissão sobre manchas de óleo é retaliação de procuradores, diz assessor

Ação contra União por omissão sobre manchas de óleo é retaliação de procuradores, diz assessor

A Ação contra União sobre manchas de óleo (região NE) assinada pelos procuradores da República Ramiro Rockenbach e Lívia Tinôco (Sergipe), Raquel de Melo Teixeira (Alagoas), Vanessa Cristina Gomes Previtera Vicente (Bahia), Nilce Cunha Rodrigues (Ceará), Hilton Araújo de Melo Maranhão), Antônio Edílio Magalhães Teixeira (Paraíba), Edson Virgínio Cavalcante Júnior (Pernambuco), Saulo Linhares da Rocha (Piauí) e Victor Mariz (Rio Grande do Norte), requerendo que a Justiça obrigue o Governo Federal a acionar Plano Nacional de Contingência para Acidentes com Óleo, deixou irritado um assessor da PGR.

O assessor do novo procurador-geral da República, Augusto Aras, revelou ao site Coluna Política que a ação dos procuradores do Nordeste é uma perseguição política contra Aras, “Por que isto é tão claro?  Pela primeira vez desde 2003 foi para chefiar a Procuradoria-Geral da República (PGR) alguém fora da chamada “lista tríplice”, criada em 2001”, disse o assessor.

Ele ainda ironizou texto da ação do MPF, que entende que o governo federal está sendo “omisso, inerte, ineficiente e ineficaz” por “não atuar de forma articulada em toda a região. “A Marinha do Brasil vem atuando desde o início do aparecimento das manchas no litoral nordestino, criou até um hotsite  (https://www.marinha.mil.br/manchasdeoleo) para acompanhar as ações para conter óleo que atinge a costa do Nordeste. Aliás, todas as ações são coordenadas com o IBAMA, ICMBio, Polícia Federal, ANP, Petrobras, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Universidades Federais, demais órgãos estaduais e municipais. Não encontrei nenhum procurador acompanhando os trabalhos. O litoral nordeste é muito quente. É melhor ficar no ar condicionado”, ironizou o assessor que pediu anonimato.

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