O artigo de Caio Rocha (foto), “Um novo capítulo climático na Amazônia”, vai além da retórica habitual das conferências ambientais. Ao situar a COP 30 no coração da floresta, ele nos lembra que o Brasil não terá mais o luxo da ambiguidade. Ou assume a liderança com responsabilidade, ou reafirma sua vocação para o atraso. Caio Rocha aponta com clareza os dilemas do financiamento climático, os entraves do Artigo 6 e a urgência da justiça ambiental.
Temas que, de Bonn a Belém, permanecem pendurados na boa vontade dos líderes globais. A Amazônia como sede da COP não é um gesto simbólico. É uma cobrança silenciosa, mas contundente, ao país que detém o código genético da solução climática. A floresta falará. Cabe ao Brasil decidir se escutará ou apenas discursará.
Leia o artigo completo na página de Caio Rocha no LinkedIn e entenda por que a Amazônia não é apenas o palco, mas a voz que o mundo precisa ouvir.

